sábado, 21 de julho de 2012

Leitura incrível!

Ensaiei diversas vezes fazer esse post, ai quando eu fui fazer.... quem disse que eu achava o protagonista dessa história?? Minha mãe já havia sequestrado o dito cujo!
Pois bem, ela viajou e quem fez um sequestro relâmpago dessa vez, fui eu. O objeto em questão é o lindo livro do incrivelmente talentoso Jonathan Safran Foer, Extremamente alto & incrivelmente perto.
Conheci essa lindeza graças ao Oscar desse ano, mais precisamente ao  Tão Forte e Tão Perto, que concorreu como melhor filme e teve como base, o livro em questão.




Eu sou cheia de manias, e uma delas é não assistir filmes provenientes de livros antes de lê-los (com raras exceções). Por isso, fui atrás da obra prima do senhor Foer e me apaixonei.
O grande protagonista do livro é Oskar Schell. Um garotinho de 9 anos com inteligência e curiosidade afloradas. Com o pai, procurava erros no The New York Times, discutia cosmologia, explorava o Central Park à procura de pistas que solucionavam mistérios imaginários.
Em meio à tantas famílias que perderam parentes no atentado de 11 de setembro, uma delas era a família Schell. Naquele dia o pai de Oskar morreu deixando como últimas palavras, um recado na secretária eletrônica. 
A partir desse trágico acontecimento, Oskar inicia, tempos depois, uma jornada em busca de paz. Passando pelos cinco distritos de Nova York, o menino sai à procura de uma fechadura para a chave encontrada no closet do pai. Sua única pista é a palavra "Black", escrita no envelope onde encontrou a chave.
Essa busca é narrada pelo próprio Oskar e mostra a visão de um menino muito esperto, irreverente e abalado com a morte do pai. A jornada dele é em busca de superação... e a cada Black que ele conhece no caminho tem uma história inusitada para contar.
E não é só a cativante e envolvente história do jovem Schell que é contada nesse livro. Sua avó, conta a história da vida dela para o neto através de cartas. Assim como seu avô, que saiu de casa há muito tempo e tenta se justificar para o filho, agora morto.
O livro é lindo, e graficamente muito bem feito. O autor se utiliza de recursos diferenciados como imagens e rabiscos em algumas partes do livro, tudo para que possamos fazer parte do desbravamento de NY junto com Oskar.
Quer um livro envolvente e emocionante? Tá na mão!



Postado por: Hana, que não é nada imparcial.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Psicologia de Quinta (na quarta): Stalkers

Amantes brasilienses do quadradinho, welcome to “Psicologia de quinta”,
Estamos defasadas de novas postagens, sabemos. Perdoem-nos. Temos um bom motivo, juro. Ele se chama faculdade/trabalho! Mas para compensar que tal anteciparmos o post de quinta e postá-lo ainda hoje, nesta belíssima noite de quarta?!
Desculpas devidamente expressas, vamos ao post de quinta (quarta) de hoje: STALKING!
Sabem aquela frase de para-choque de caminhão máxima “Não me siga que não sou novela”? Pois fiquem sabendo que, além de brega, essa frase pode descrever algo mais sério, o stalking.
Explico.
Stalking é uma prática intrusiva, e por vezes violenta que consiste em um sujeito ativo invadir a privacidade de alguém de uma forma nada amigável, ou seja, ele a persegue. Esses são o stalkers!
Como eles agem? Bom, esses perseguidores podem ficar no encalço da vítima por meio de ligações em qualquer um ou todos os seus telefones; mensagens amorosas; telegramas; ramalhetes de flores; presentes não solicitados; recados em faixas na porta de casa; a espera de sua passagem por determinado lugar, enfim. O sujeito pode ainda inventar boatos a respeito da vítima, como notícias sobre uma falsa demissão no emprego, ou suposta doença grave; criar falácias sobre sua moral e tudo o mais que a imaginação dele permitir. Em casos mais extremos e bizarros, o stalker intimida explicitamente a vítima com ameaças e atitudes violentas, como por exemplo, quebrar seus bens e até mesmo agredi-la.
Parece coisa de “criminosos moderninhos”, né? Saiba que não é. Essa prática já vem sendo observada por séculos, apesar de ter sido definida como crime somente ali na década de 90. Dentre outras coisas um dos maiores motivos para essa definição ocorreu por conta de perseguições feitas contra celebridades, aliás, nos anos 80 o termo stalking já começou a ser usado pra tratar a perseguição obsessiva a famosos.
Quer um exemplo? Sabe o fã maluco que matou John Lennon? Pois é, este talvez seja o caso mais famoso. Em 1980, o Beatle foi assassinado em Nova York, em frente ao edifício Dakota, por Mark Chapman, que se dizia seu fã e, horas antes de matá-lo a tiros, havia pedido ao cantor um autógrafo na capa de um disco.
Lennon não foi o único. Nomes como Madonna, Hale Berry e Jennifer Anniston já sofreram com perseguições de stalkers (pelo menos elas saíram vivas).

Bem, o termo stalker até inspirou, na ficção o filme de mesmo nome do diretor Andrei Tarkovisky da antiga União Soviética datado de 1979. O filme conta que após a suposta queda de meteoritos numa região do planeta, essa região adquire propriedades estranhas e é chamada de Zona. Dentro da Zona, diz a lenda ter o Quarto, que seria um lugar onde todos os desejos são realizados. Temendo que a população invada a Zona à procura do Quarto, o exército a isola, mas eles próprios não têm coragem de entrar nela. Apenas alguns poucos, chamados Stalkers, têm habilidade suficiente para entrar e sobreviver lá dentro. Um dia, um escritor famoso e um físico contratam um Stalker para os guiarem ao Quarto, sem exatamente saber o que procuram.
Claro que aqui o stalker não é bem esse criminoso que tratamos acima, porém usa-se de uma alusão ao termo. Aliás, de tão filosófico, até o próprio filme, deixa no ar a verdadeira função do satlker. Dêem uma conferida:


Para finalizar, aí vai uma dica:
Sabem aqueles aplicativos “fofos” que dizem a Deus e eu mundo, em redes sociais, aonde você está e o que está fazendo? Pois é. Esse tipo de “artefato” facilita bastante o trabalho dos queridos perseguidores.



Muito mais fácil assim, não?! Não há necessidade de entrar em pânico e desenvolver mania de perseguição, mas, claro, se preservar e cuidar de sua segurança é sempre uma ótima opção!

Postado por: Rapha que já encontrou uns stalkers por aí.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Psicologia de Quinta: Mostra de cinema Léa Pool

Queridos amantes brasilenses do quadradinho,

Hoje é dia de mais um “psicologia de quinta” e para tal tenho uma dica cultural bacaníssima! Gostam de cinema? Que tal curtir bons filmes durante toda a semana?

Pois tenho aqui para vocês a mostra cinematográfica de Léa Pool que começou dia 20 e vai até dia 25 de março no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB.

Mas quem é Léa Pool? Uma cineasta nascida na suíça francesa e radicada no Quebec que tem uma vasta obra entre documentários e filmes de ficção, mas o que me apetece aqui é que suas obras são marcadas pelo tema “busca pela identidade feminina” (aliás, possível tema para futuros posts), o que inclui discussões de gênero, questões homossexuais e posição que a mulher ocupa em diferentes contextos e tempos. Então, não preciso nem dizer que esse é o tema de sua mostra né?! Curtiu? Veja a programação aqui.

Para que você se informe, esse evento faz parte de um evento maior chamado francofonia, que para quem não sabe, é uma festa em referência a países que falam a língua francesa e aos países, como o Brasil, que promovem o ensino desse idioma. Dia 20 de março é o dia mundial da francofonia, portanto no decorrer deste mês acontecem alguns eventos culturais que celebram a cultura francófona. Normalmente, aqui no Brasil, ocorre em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.

Pessoalmente digo que vale muito a pena aproveitar os eventos culturais que a cidade fornece e que são muito pouco divulgados. Nos divertimos e, de brinde,enriquecemos nosso senso crítico e conhecimento cultural.

Quer mais informações a respeito da mostra? É só clicar aqui.

No mais, enjoy it!

Postado por Rapha que adora cinema e uma discussão de gênero e identidade.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Park Connection Fashion



Para quem segue as tendências e vive alerta aos desfiles e eventos relacionados à moda, começou na segunda-feira (19/03) o famoso workshop e desfile de moda do Park Shopping, o Park Connection Fashion.

O evento teve início no dia 19/03 e vai até sexta-feira, dia 23/03. O bacana é que esse ano eles resolveram utilizar os espaços do interior do shopping ao invés de montar aquela master tenda do lado de fora, é que na verdade o Cirque du Soleil estava super ocupando o espaço outside. hahaha

Vamos ao ponto que interessa? Conforme o site do evento, essa edição terá "ações interativas e happenings de moda, como desfiles, shows, trends' tours, palestras, workshops, estúdios de beleza/fotográficos e exposições conectando os clientes a todo o conteúdo de moda do evento nos corredores do shopping. O clima do evento remeterá aos anos 20 da art nouveau e art decor."

Agora vamos as tão desejadas informações necessárias:

  • Para fazer inscrições nos workshops e Palestras (lembrando que são gratuitas e dá para se inscrever em mais de uma): aqui
  • Programação completa do evento: aqui
  • Pocket show da Paula Lima, hoje (21/03) às 20:00 horas na Praça Central
  • Pocket Show de A Banda mais bonita da cidade, dia 22/03 às 20:00 horas na Praça Central


Ontem (20/03) teve o Pocket Show da Mallu Magalhães na Praça Central do Park Shopping. A ideia da vez foi realizar os desfiles com trilhas sonoras ao vivo. Exato! As bandas irão se apresentar simultaneamente aos desfiles. Dá para ficar por dentro das coleções de outono-inverno das lojas do Park Shopping, curtindo uma música ao vivo, olha que beleza.


Para quem quiser ficar por dentro do que já rolou no evento, o Park Shopping fez um blog contando tudo. Vale a pena dar uma olhadinha!

Esse post deveria ter saído no domingo, mas por motivos não técnicos e defasagem no pessoal da produção, só saio hoje. De qualquer forma, divirtam-se!

Postado por: Bruna, que é louca para conhecer o Park Fashion e nunca dá certo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Psicologia de Quinta: Chore mas depois pare de chorar.

Buenas, amantes brasilienses!

Depois de um post todinho dedicado ao super lindamente excêntrico Tim Burton, um tema mais “psicológico”: seus sentimentos. Mais especificamente a tristeza.

Calma, não precisa buscar a caixinha de lenços de papel, mas vale a pena gastar um tico do seu tempo para ler as próximas linhas.

Sabem qual a capacidade mais genial do cérebro humano? A capacidade de aprender com as experiências. De modo geral, tudo que sentimos deixa marcas no cérebro. É isso mesmo! A tristeza e a alegria, por exemplo, são grandes mestres nisso. Por meio delas o cérebro se educa para dominar o mundo buscar incessantemente o bem estar.

Funciona assim: A alegria e o prazer destacam as experiências que deram certo e assim garante que elas sejam repetidas no futuro, já a tristeza indica que certos fatos foram dolorosos para o cérebro e devem ser evitados. Parece trivial, né?! Mas a partir desse “aprendizado” do cérebro é que nosso repertório de comportamentos se molda. Imagina aquela tristeza que sentimos ao terminar um relacionamento, por exemplo. Isso indica que a proximidade do ser amado é importante. E a saudade, aquela danada? Essa lembra ao cérebro como se anseia por voltar à presença da pessoa/coisa querida. Quer um exemplo mais dramático? A morte de um ente querido é tão dolorosa que só a ideia deste fato nos faz atentos para a importância das pessoas queridas que estejam a nossa volta.

Olha o bizú:
Se você está se sentindo triste, verifique se essa tristeza é justificável, se sim, admita e lide com ela porque ela é importante. Sim, sua tristeza (justificada) é importante! Lembra que eu disse que o cérebro aprende com as experiências?! Então, sentindo-se triste o cérebro aprende que certas atitudes devem ser evitadas, afinal elas te fizeram sofrer. Entretanto, fatos como a morte, por exemplo, devem ser aceitos e respeitado seu tempo de luto. São fenômenos humanos, você vai sofrer, mas em seu tempo isso vai passar. Sucintamente é isso, o cérebro entende que você deve se comportar diferente no futuro para não se entristecer novamente.

Agora um check it out:
Sabe o famoso: “Chora, que chorar faz bem”? Cuidado com isso! Na verdade o que alivia nosso sentimento de tristeza não é o choro em si, mas o FIM dele!

Um momento mais “neurológico”: O choro envolve a ativação de uma estrutura do cérebro chamada de amigdala cerebral, isso indica uma resposta de estresse causada pela tristeza e provoca reações como aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial no corpo e cérebro. Isso se acentua tanto que até o nosso sistema imunológico pode ficar afetado com isso (o que, aliás, não acontece se o choro for suprimido com êxito!) Bom, tem muitos desdobramentos aqui, mas, para nãop me alongare mais vamos para os finalmentes: O final do choro dá uma sensação de alívio, isso ocorre, porque nessa etapa acontece um enorme aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático (este que tem efeito calmante sobre o corpo e o cérebro). Veja então que o choro é uma resposta ao estresse que alivia a tensão acumulada quando se para de chorar. Mas até que isso ocorra, o choro só deixa a tristeza mais intensa.


Viu? Então, evite o choro fácil, aquele sem motivos fortes, mas se mesmo assim os olhos mareados surgirem, encare isso como uma oportunidade de entender o porquê a situação em questão foi desagradável, pois assim se poderá traçar estratégias para lidar com isso e evitar se entristecer futuramente pelos mesmos motivos. Parece simples, mas lembre-se, o ser humano é o ser mais complexo que se tem notícia, portanto ainda estamos aprendendo como lidar com nós mesmos. Por hora, apenas seja feliz e tente não deprimir seu sistema parassimpático! =)

Postado por: Rapha, que tenta bravamente entender o ser humano.

quarta-feira, 14 de março de 2012

O Estranho Mundo de Tim Burton

Existem pessoas estranhas, excêntricas, perturbadas e existe o Tim Burton. Na minha escala de preferência, ele é o primeiro, me desculpe Dr. Seuss, admiro e muito seu trabalho, mas o Tim já ocupa um espaço muito, muito grande no meu coração.

Como diz em Direito Tributário, o "fato gerador" dessa minha obsessão paixão por Tim Burton e afins relacionados à ele, nasceu há muitos anos atrás, quando assisti pela primeira vez "O Estranho Mundo de Jack", que por sinal, naquela época eu já considerava filme pra grandinhos, ver esqueletos e monstrinhos com machado na cabeça era excentricidade demais para uma criança de 8 anos. Continuando, apesar dos pesares, a forma original (se é que posso chamar isso de originalidade) como o Tim consegue fazer seus filmes, como ele consegue se transferir nos seus filmes, sempre me encantou. Digo transferir, pois praticamente todos os filmes dele tem aquela coisa grotesca, horrenda, assustadora, perturbadora e original dele, ele consegue transparecer exatamente quem ele é nos seus filmes e como fã descarada que sou, acho isso o maior barato.

E como essa minha paixão é bem descarada e sem vergonha, tudo que tenha um dedinho do Tim Burton, já é mágico, incrível e eu quero agora. hahaha E como a discrição não é meu forte, em se tratando de Burton's thigs, esse ano tive surtos de felicidade, ao ser surpreendida com um livro sobre o Tim, de título não menos sugestivo: O Estranho Mundo de Tim Burton.


Assim como a pessoa que me presenteou com essa preciosidade me disse uma vez, faço questão de fazer das palavras dele as minhas: "Você me conhece muito bem". Já te disse mais de uma vez, mas quero frisar novamente.. sou super in love pelo meu livro 


A ideia do livro é fantástica, o autor Paul A. Woods fez na Introdução um breve relato da vida de Timothy William Burton, as razões que o levaram a ser essa pessoa tão distante da realidade, de ter criado "um mundo de sonhos sombrios e pesadelos coloridos".



Mas é a partir da página 23 que começa a alegria. Paul listou todos os filmes e curtas do Tim, separou um por um, catalogou cada um por ano de criação, reuniu print dos filmes e contou todo o "por trás" deles. Posso dizer? Ah é sensacional! O líder que puxa a fila, que encabeça a lista, é o curta de 1989 chamado Vincent. Me lembro de tê-lo assistido pela primeira vez em 2006 e continuo achando, sem sombras de dúvidas, que é um dos melhores. Meu querido Timothy (a íntima, né?), ensaiando seus primeiros passos na atmosfera didática-educacional perfeitinha da Disney, abalou as estruturas por lá, deixando claro que ele não era nada comum, muito menos suas criações.



Assim segue todo o livro, cada capítulo faz referência a um filme ou curta do Tim e o autor relata curiosidades dos filmes e faz comentários sobre sua produção. Como eu, infelizmente, ainda não tive tempo de terminar de ler ele, não dá pra falar de todos os filmes, mas à medida que eu for lendo e me apaixonando ainda mais descobrindo coisas novas, vou atualizando para vocês, ok? 

E só para aumentar meu amor descarado, o Tim adora fazer parceria com o Johnny Depp. Nem preciso tecer comentários à respeito, né? Se o Depp não estiver vestido de algum personagem sanguinário ou esquisitão, ele tá ocupado fazendo a dublagem de algum personagem de animação do Tim. 

E para finalizar, quem tiver interesse, o livro tem em todas as livrarias.. o meu exemplar é inalienável, por favor, não insistam. haha e obrigada ziigs, estou constantemente in love por ele.

Postado por: Bruna, a Tim Burton's lovers número um.


domingo, 4 de março de 2012

Programa de Finde

Olá para você, caro leitor brasiliense, que nos últimos dias teve a sensação de estar dentro de um forno.
Nesses momento quando qualquer movimentação parece uma maratona no Saara, que tal ouvir uma boa música no shopping mais fresquinho amado pela pessoa que vos escreve?
O lindo do Casa Park está de volta com o projeto Caixa Acústica, que traz para as áreas gastronômicas do shopping boa música nos fins de semana de março com conceituados músicos de Brasilia sob a direção do professor e maestro Vadim Arsky.



Para conferir a programação do projeto é só entrar aqui.


Postado por: Hana, a futura arquiteta que não resiste à Cultura e ao Espaço Itaú de Cinema.